Está a decorrer em Évora a quarta edição do Festival Imaterial, que se prolonga até dia 25. O certame inclui concertos, cinema documental, conferências, conversas, passeios pelo património e, pela primeira vez, atividades para escolas e famílias em interação com artistas internacionais.
O Festival Imaterial é organizado pela Câmara de Évora e Fundação Inatel, com produção executiva da Gindungo e direção artística de Carlos Seixas.
Na oitava noite, a sessão dupla de concertos teve início com Cocanha, dueto da Occitânia, que conjuga as vozes de Caroline Dufau e Lila Fravsse, com elementos rítmicos, pés castigando o chão e palmas impulsionando o andamento. Os ritmos dançantes animaram o público.
De seguida, o palco foi de Emel, com uma presença em palco marcante. Com um repertório dedicado às mulheres e ao poder feminino, a sua música foi assumida como um ato político. Emel encerrou o concerto com o Teatro Garcia de Resende aplaudindo de pé.

















































