Iniciou na passada sexta-feira, 17 de maio, a quarta edição do Festival Imaterial. Um certame que se prolonga até dia 25 com Concertos, cinema documental, conferências, conversas, passeios pelo património e, em estreia, atividades para escolas e famílias em interação com artistas internacionais.
O Festival Imaterial é uma organização conjunta da Câmara de Évora e Fundação Inatel, com produção executiva da Gindungo e direção artística de Carlos Seixas.
Em declarações a’ODigital, o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, explicou que este festival trata-se de uma “proposta multicultural, com grupos muito diversos, com mostras de música e de outro tipo de eventos também diversos”, acrescentando que “o objetivo deste festival é mostrar que por este mundo fora, nós temos culturas muito diferentes, temos valores muito diferentes, temos artes muito diferentes e que é preciso que haja a capacidade para ouvir os outros e perceber os outros”.
“Com este festival pretende-se mostrar o que há de melhor em cada uma das culturas, e portanto, se temos hipótese de trazer a Évora grupos de grande qualidade, eventos de grande qualidade então, é isso que fazemos”, frisou Carlos Pinto de Sá.
Segundo o autarca, “o festival realiza-se com uma programação muito cuidada e que cruza as várias latitudes do mundo com o Alentejo.”
O edil referiu ainda que o festival Imaterial é também “um forte contributo para a caminhada até à Capital Europeia da Cultura em 2027”, concluindo que “é um festival que cumpre o seu papel de ligação com o mundo e é isso que se pretende também em 2027.”



















