A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, deixou claro que “tem que ficar uma esmagadora maioria da obra [do Hospital Central do Alentejo] pronta até final de 2023”.
Ana Abrunhosa falava aos jornalistas durante uma visita às obras do Hospital Central do Alentejo, em Évora, em que esteve acompanhada pelo Ministro da Saúde, Manuel Pizarro.
Para a governante, o novo Hospital Central do Alentejo “é um equipamento na área da saúde absolutamente fundamental para reter e fixar pessoas e para que haja nesta região saúde de qualidade.”
A Ministra da Coesão explicou que “estamos a apoiar com fundos europeus este hospital, através da CCDR do Alentejo, e quanto mais a obra evoluir, maior a potencialidade que nós temos de financiar, pelo que, o nosso objetivo aqui é acompanhar a obra, pressionar para que ela avance rapidamente”.
“Foi muito importante saber que da parte de quem está a fazer a obra, como é que ela se vai processar nos próximos meses, pois, nós tínhamos todo o interesse que a obra terminasse no final do ano para podermos usar ainda verbas do Portugal 2020”, frisou.
Deixou claro que “fruto da inflação, a obra vai ficar mais cara e, portanto, também nós podemos ajudar a aliviar o esforço do Orçamento do Estado, colocando mais fundos europeus numa obra que, naturalmente fruto da inflação, vê os seus custos aumentar de fundos europeus.”
Ana Abrunhosa salientou que “tem que ficar uma esmagadora maioria da obra pronta até final de 2023. Não vem mal nenhum ao mundo se uma parte da obra ainda for para 2024, mas para podermos aproveitar verbas do Alentejo 2020, a maior parte da obra tem de estar completa até final de 2023”.














