Quarta-feira, Setembro 28, 2022
Pub

Évora com ações de controlo de pragas desde junho e 36 artérias intervencionadas

- Publicidade -
- Publicidade -

A Câmara de Évora está a realizar ações de controlo de pragas desde junho passado e, desde então, já foram intervencionadas 36 artérias da cidade e estão em curso operações noutras 16, foi agora divulgado.

Em comunicado, o município, gerido pela CDU, indicou ter iniciado as ações de controlo “durante o mês de junho”, com a “colocação de produtos adequados nas caixas de visita das redes de saneamento”.

Já foram “intervencionadas 36 artérias da cidade”, localizadas em bairros e no centro histórico, e há “mais 16 em curso”, precisou.

Segundo a autarquia, “logo que se anteviu tratar-se de um ano atípico”, devido à seca, também foram contratados serviços externos para “desratização e desbaratização das redes públicas de saneamento, pelo valor de 19.990 euros”.

Além disso, existe ainda “uma prestação de serviços” para a manutenção anual dos sistemas de saneamento das 26 escolas do concelho e do mercado municipal.

Este comunicado da Câmara de Évora surge depois de, na terça-feira, ter sido noticiado um comunicado assinado pelo presidente da União de Freguesias de Évora, Francisco Branco de Brito, eleito por uma coligação liderada pelo PSD, em que exige a “desinfestação urgente” do centro histórico, devido à alegada proliferação de pragas.

Nesse dia, em declarações à Lusa, o autarca alertou que a proliferação de pragas no espaço público, como ratazanas, baratas ou pombos, está a “tornar-se um problema de grande dimensão” e reiterou a necessidade de “desinfestação urgente”.

Já o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá (CDU), também em declarações à Lusa, recusou alarmismos, alegando que “não é uma situação generalizada”.

“É uma situação que decorre fundamentalmente do tempo que estamos a viver, porque não chove e está muito calor”, sustentou, assegurando que o município “faz regularmente intervenções de desinfestação” na cidade.

No comunicado enviado hoje, a Câmara de Évora salientou que “a proliferação de roedores, baratas e até pombos em meio urbano é um fenómeno comum que tende, naturalmente, a aumentar sempre que existem condições propícias”.

“Esta situação acontece ciclicamente nas cidades com características idênticas às de Évora e, por isso, não deixa de ser um fenómeno previsível e controlável”, vincou.

Realçando que os meios de controlo utilizados em Évora “são idênticos aos da generalidade das cidades”, assim como “seguros e eficazes”, a autarquia sublinhou que “estão a ser utilizados todos os meios necessários para a resolução do problema”.

“A Câmara Municipal de Évora reforça o apelo à população no sentido de não reagir a alarmismos, que são sempre causadores de mal-estar generalizado, para além de causarem graves prejuízos à imagem pública da cidade”, acrescentou.

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

As mais vistas

Mais notícias

Beja com três dias de festa para promover Patrimónios do Sul

Os vários “patrimónios do sul”, do vinho à gastronomia, vão estar em destaque em Beja, entre sexta-feira e domingo, num evento para promover “a...

Fundação Eugénio de Almeida de ‘portas abertas’ em Évora durante quatro dias

Concertos, espetáculos, visitas guiadas, arte, tertúlias científicas, ‘workshops’ ou apresentação de projetos sociais integram o programa do Dia Aberto da Fundação Eugénio de Almeida...