A visita da Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, à obra do Novo Hospital Central do Alentejo levou o presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho, a reiterar que o município está preparado para avançar com as acessibilidades, sublinhando que «não há nenhuma razão para continuar a atrasar esta obra tão importante para a nossa cidade».
A declaração foi feita ao jornalistas e marcou o tom do posicionamento do autarca sobre o ponto em que o processo se encontra.
Autarca aponta bloqueios que dependem da Estamo e do Governo
O presidente explicou que os atrasos não resultam de falta de ação do município. Pelo contrário, afirmou que a autarquia tem condições para avançar assim que estiverem concluídos dois passos que não dependem da Câmara.
Segundo o autarca, «a Câmara Municipal está preparada para lançar todas as prioridades das acessibilidades», mas isso exige que «a Estamo nos disponibilize o terreno público que nós precisamos» e que «o protocolo que vai permitir as expropriações seja também posto em prática».
Zorrinho acrescentou que «o que está em falta é exactamente a Estamo, que tem que nos ceder o terreno», referindo ainda que o Governo deve «concordar na prática com o protocolo que foi assinado em 2023».
Visita da ministra interpretada como sinal de avanço
Apesar dos entraves, o presidente de Évora considera que a presença da ministra em Évora pode indicar disponibilidade do Governo para resolver a situação. «Acredito que isto possa ser um bom sinal», afirmou.
O autarca explicou que a autarquia aguarda apenas estes dois procedimentos para lançar as empreitadas. «Nós só dependemos disso para lançar as empreitadas e espero que isso se resolva muito rapidamente», disse.



















