A Arena D’Évora acolheu, esta terça-feira, a Bolsa de Empregabilidade que se estreou no Alentejo.
A Feira de Emprego e Turismo do Alentejo tratou-se de uma feira de emprego temática sobre o turismo, tendo colocado em diálogo a oferta e a procura, nomeadamente, as empresas do turismo e os trabalhadores que pretendem trabalhar no sector.
O evento contou com mais de meia centena de empresas presentes, tendo estado representadas áreas de atividade como hotelaria, restauração, cozinha7pastelaria, operadores turísticos, cruzeiros, agências de viagem, animação turística, housekeeping e recursos humanos.
O presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, destacou o facto da Bolsa de Empregabilidade acontecer num momento em que “tem havido dificuldades de se encontrar mão de obra de alguns sectores, mão de obra qualificada”, acrescentando que “o contacto direto entre as empresas e os possíveis novos trabalhadores permite também criar alguma confiança no sentido do que é que se pode fazer, o que é que há a fazer, como é que isto funciona”.
Carlos Pinto de Sá afirmou que “vamos necessitar de trabalhadores estrangeiros face ao problema demográfico e é importante que quando eles venham, tenham um emprego e a melhor maneira de os integrar é evitar que as redes de tráfico possam ter algum papel a esse nível, portanto, espero também que aqui na Bolsa de Empregabilidade, possam aparecer também muitos estrangeiros.”
Segundo o autarca, “falar em empregar pessoas vai ser tema no caminho para a Cidade Europeia da Cultura, pois, no próprio dossiê de candidatura prevíamos um aumento muito significativo das camas turísticas em Évora e no Alentejo para dar resposta à Capital Europeia da Cultura, mas também para o futuro, porque aquilo que nós queremos é que, após a Capital Europeia da Cultura não haja, digamos, uma quebra brusca da procura turística.”
A Bolsa de Empregabilidade em Évora “foi um passo importantíssimo para afirmar a região e para dizer que precisamos de manter em particular os jovens aqui em Évora e na região”, concluiu Carlos Pinto de Sá.















