Quatro entidades com ligação ao Alentejo vão receber um total de 738,8 mil euros para desenvolver projetos relacionados com a conservação da natureza, a valorização do património natural e a cogestão de áreas protegidas.
O Município de Portalegre terá um financiamento de 200 mil euros, enquanto o Município de Odemira receberá 198,7 mil euros. A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) contará com 196,5 mil euros e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo) receberá 143,6 mil euros.
Quatro entidades do Alentejo entre os projetos aprovados
As quatro entidades integram a lista de 18 projetos aprovados pela Agência para o Clima, no âmbito de um investimento nacional de três milhões de euros destinado à cogestão das áreas protegidas.
Segundo o Ministério do Ambiente e da Energia, as iniciativas abrangem ações de conservação da biodiversidade, recuperação e valorização do património natural, educação ambiental, turismo de natureza e participação das comunidades locais na gestão dos territórios protegidos.
Das 29 candidaturas apresentadas ao programa, 27 cumpriram os critérios de elegibilidade. A decisão final atribuiu financiamento a 18 iniciativas, das quais 15 receberam apoio integral e três apoio parcial.
Financiamento nacional ultrapassa os três milhões de euros
Os projetos aprovados resultam de parcerias que envolvem municípios, associações de desenvolvimento, organizações não-governamentais e outras entidades locais.
Além das entidades alentejanas, a lista inclui organismos e municípios de várias regiões do país, entre os quais a Companhia das Lezírias, os municípios de Bragança, Coimbra, Vila Real e Condeixa-a-Nova, a Associação Geopark Estrela e a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves.
A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, afirmou que a preservação das áreas protegidas exige o envolvimento das populações e das entidades que trabalham nestes territórios.
«Estes projetos mostram que é possível conciliar conservação da natureza, desenvolvimento local e criação de oportunidades para as comunidades, através de um modelo de gestão mais participado, mais próximo e mais eficaz», declarou.

















