O candidato à presidência da República, Dr. Luís Marques Mendes, visitou esta quarta-feira o quartel dos bombeiros de Vila Viçosa.
À margem da visita, em declarações aos jornalistas, o candidato destacou que, caso seja eleito, terá “atenção prioritária ao desenvolvimento do interior”, nomeadamente com a criação de “presidências abertas”.
Vincou que, mesmo que um Presidente da República não governe, “tem uma orientação estratégica e até uma magistratura de influência” e que uma das suas preocupações é a “coesão territorial”.
Marques Mendes sublinhou que, houve “algo que funcionou muito bem em 50 anos de democracia”, referindo a “aposta no ensino superior” como algo que “funcionou muito bem”, dando destaque à Universidade de Évora no caso do Alentejo.
“O interior seria ainda mais interior, com mais problemas, se não tivesse essa aposta. É de continuar”, acrescentou o candidato.
Contudo, há “algo que está por fazer”, ou que “foi insuficiente”, que, disse, se trata da “parte do investimento e do emprego”: “Precisamos agora apostar forte nisso”.
“Para um empresário é mais custoso investir no interior, desde logo por causa dos custos de transporte de mercadorias”, realçou Marques Mendes, dizendo ainda que “é preciso que o Estado crie incentivos que permitam o empresário fazer contas e dizer vale a pena investir no interior”.
Isso implicaria “maiores estímulos ao nível dos fundos estruturais” e “maiores incentivos de natureza fiscal” e que seria com estes pontos que se iria “preocupar”.
De seguida, fique com as imagens da visita.



























































