Elvas: Ministro da Educação em Vila Boim destacou o papel das provas de aferição na tomada de decisões

A Escola Básica de Vila Boim, do Agrupamento de Escolas n.º 3 de Elvas, recebeu, esta segunda-feira, a visita do Ministro da Educação, João Costa.

O Governante visitou vários espaços desta costa, tendo estado à conversa com os alunos e assistido a várias atuações musicais dos jovens.

Nesta visita marcaram ainda presença da delegada regional da Direção-geral dos Estabelecimentos Escolares, Maria João Charrua, do presidente do IAVE, Luis Santos, do presidente da Câmara de Elvas, José Rondão Almeida, entre outras entidades locais e regionais.

Durante a visita foi entregue o galardão Projeto de Acompanhamento dos Relatórios de Avaliação Externa – PAR.

Em declarações aos jornalistas, o Ministro da Educação, João Costa, falou sobre a importante desta avaliação, referindo que “todos os elementos de avaliação externa, sejam as provas de aferição ou os exames nacionais, naquilo que tem sido a política educativa do governo, não têm como propósito seriar, excluir, mas tem como propósito dar-nos informação de qualidade de sobre como os alunos estão, para podermos tomar decisões, seja ao nível central, seja ao nível de escolas”, acrescentando que “há várias medidas que têm vindo a ser tomadas no âmbito das bibliotecas escolares, do plano nacional de leitura e dos novos programas de matemática, que vão entrar em vigor no próximo ano letivo, que já são o resultado de uma avaliação feita, a nível central, dos resultados destes elementos de avaliação”.

O Governante comparou as provas que os alunos fazem aos testes à covid, referindo que “vivemos tempos em que todos fomos testados para uma doença e percebemos que aquele teste não serve para nos dar uma nota, mas serve para tomarmos decisões para a nossa vida e também estas provas servem exatamente para a tomada de decisão, com uma vantagem, pois, dali não sai uma nota, mas sai um relatório descritivo, qualitativo, desagregado e detalhado sobre as dificuldades dos alunos”, frisando que “nós sabemos que não há dificuldades globais de leitura, mas há dificuldade com alguns tipos de texto, há dificuldades com os processos de tirar inferências num texto a partir do que não está lá dito, portanto é uma atenção especial e se tivéssemos apenas notas não chegávamos a este tipo de informação”.

Fique de seguida com as imagens desta visita, numa reportagem de Hugo Calado e Rogério Cardoso:

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