Deparámos “com uma sala totalmente em chamas”, disse o Comandante dos Bombeiros de Vila Viçosa (c/som)

Conforme noticiámos, um incêndio deflagrou, na manhã desta quinta-feira, numa habitação no centro de Vila Viçosa, no distrito de Évora.

O alerta foi dado cerca das 11h50, e destruiu grande parte desta habitação, que agora ficou inabitável.

A habitação localiza-se na Avenida 25 de Abril, no 2º andar do prédio Villa Augusta, este que foi totalmente evacuado.

ODigital.pt falou com Nuno Pinheiro, Comandante dos Bombeiros de Vila Viçosa, que começou por dizer que “fomos acionados para um incêndio no prédio Villa Augusta, na Avenida 25 de Abril, num apartamento, no segundo andar, com uma sala totalmente em chamas”, acrescentando que “depois do reconhecimento, verificámos que não havia vítimas para fazer salvado, aplicamos depois a fazer a extinção e correu tudo bem.”

Sobre os estragos, Nuno Pinheiro refere que “foi só uma sala na totalidade que ficou danificada e ainda uma parte do resto do apartamento que ficou danificado derivado ao fumo e temperatura que apanhou”.

Já sobre a evacuação de todo o prédio, o Comandante dos Bombeiros referiu que “todo o prédio foi evacuado, tudo por medidas de precaução, excepto uma senhora que estava no apartamento ao lado, mas estava em segurança, estava com o nosso conhecimento e ela tinha conhecimento do que se estava a passar e felizmente toda a operação correu bem

Questionado se houve dificuldade em combater o incêndio devido a este se localizar no 2º andar, Nuno Pinheiro afirma que “não, pois não era um incêndio ofensivo, mas sendo defensivo conseguimos entrar pelo interior do prédio e finalizamos a operação que estava só num apartamento.”

Já sobre as causas deste incêndio o Comandante apenas nos disse que “de momento não temos essa informação a GNR está no local e a fazer as suas verificações.”

Sobre os meios no local, Nuno Pinheiro informou que estiveram “16 elementos, com 6 veículos no local , inclusive uma ambulância para dar apoio a este tipo de incêndio, mas felizmente não foi preciso”.