O Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, promove no próximo sábado, dia 7 de fevereiro, às 15h30, a conferência «Nicolau Chanterene: o arquitecto que nunca foi», dedicada a uma perspetiva menos conhecida da obra do escultor renascentista.
A sessão será proferida por Nuno Senos, historiador de arte, professor associado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigador do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH / IN2PAST.
Segundo o resumo divulgado pelo museu, Nicolau Chanterene marcou de forma significativa a produção escultórica em centros como Lisboa e Coimbra, tendo também vivido um período mais longo e complexo em Évora.
Uma leitura arquitectónica da obra de Chanterene
Apesar de ser sobretudo reconhecido como escultor, a conferência irá abordar a dimensão arquitectónica presente na sua produção. De acordo com o comunicado, a obra de Chanterene foi marcada por uma «vontade arquitectónica» expressa em micro-escala, que nunca chegou a concretizar-se em edifícios, mas que incluiu propostas consideradas relevantes e impactantes.
A iniciativa insere-se na programação cultural do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, contribuindo para a reflexão e divulgação do património artístico renascentista associado à cidade de Évora.



















