O Município de Mora e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mora assinaram um protocolo que visa oficializa o funcionamento da segunda Equipa de Intervenção Permanente (EIP) dos bombeiros.
Com este protocolo, o corpo de bombeiros passa a contar com mais cinco operacionais dedicados “exclusivamente ao socorro e salvamento”, segundo o município, tendo sido uma “necessidade identificada no mandato anterior”, segundo o presidente da autarquia, Luís Simão, em declarações a’ODigital.pt.
“Chegámos agora e o que encontramos foi uma questão que já estava em cima da mesa e que nós também não quisemos deixar que ela deixasse de acontecer”, referiu o edil, dizendo ainda que “sabemos as necessidades de efetivos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mora”.
Desta forma, vincou que “falta constituir a equipa”, mas que esse processo será terminado ainda esta semana: “É questão de dias”.
Assim, o concelho e a população ficam com dez operacionais à disposição (juntando as duas EIP). “Esperamos que venha a suprir as necessidades dos bombeiros e que a população possa beneficiar do facto de haver duas EIP ao serviço”, acrescentou o presidente.
Luís Simão detalhou ainda que a equipa vai ser financiada em 50% pelo município e a outra metade vai estar a cargo da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), num investimento superior a 100 mil euros por ano para a autarquia, para as duas equipas.
“Primeiro que tudo está a nossa população e o socorro e é para isso que trabalhamos todos os dias”, referiu ainda o presidente.




















