A Universidade de Évora volta a figurar entre as instituições com cientistas mais influentes do mundo, segundo o ranking «World’s Top 2% Scientists» elaborado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
O estudo, publicado pela Elsevier e coordenado por John P. A. Ioannidis, identifica os investigadores com maior impacto científico em 22 áreas e 174 disciplinas. A lista baseia-se em dados da plataforma SCOPUS e distingue duas categorias: «Carreira» e «Ano».
Na edição referente a 2024, a Universidade de Évora conta com sete investigadores reconhecidos pelo seu desempenho ao longo do último ano. São eles Soumodip Sarkar e Nuno Carlos Leitão, do Centro de Estudos e Formação Avançada em Gestão e Economia; António Ferreira Miguel, do Instituto de Ciências da Terra; Marta Laranjo e Manuel Melo e Mota, do Instituto Mediterrâneo para Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento; Manuel Collares Pereira, do Instituto de Investigação e Formação Avançada; e Miguel Araújo, responsável pela Cátedra Rui Nabeiro – Biodiversidade.
Na categoria que avalia o impacto científico ao longo da carreira, seis cientistas da Universidade de Évora estão entre os 2% mais influentes do mundo. Esta lista inclui António Heitor Reis, António Ferreira Miguel, Manuela Ribeiro Carrott, Manuel Collares Pereira, Miguel Araújo e, a título póstumo, Peter Joseph Carrott. Também integra Teresa Pinto Correia, do Instituto Mediterrâneo para Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento.
O estudo da Universidade de Stanford avaliou mais de 200 mil investigadores, considerando os valores de citações registados na base de dados SCOPUS.
A Reitora da Universidade de Évora, Hermínia Vasconcelos Vilar, afirmou que este reconhecimento «reflete o impacto e a qualidade da investigação desenvolvida nas diversas áreas científicas» da instituição. Acrescentou ainda que «a presença de docentes e investigadores da Universidade de Évora entre os mais influentes do mundo reforça a missão de contribuir para o avanço do conhecimento científico».


















