A 41.ª edição da Ovibeja contou com a presença de cerca de 100 mil visitantes, segundo a organização, apesar da chuva que marcou todos os dias do certame, realizado em Beja. O mau tempo prejudicou algumas iniciativas, nomeadamente atividades hípicas e eventos no Campo da Feira, mas não comprometeu o balanço final positivo.
Organizada pela ACOS – Associação de Agricultores do Sul, a Ovibeja reafirmou-se como uma feira de trabalho e lazer, reunindo públicos diversos e promovendo o debate sobre temas atuais do setor agrícola e rural. A edição deste ano teve como eixos centrais as novas tecnologias, a renovação geracional com enfoque nos jovens agricultores, a Inteligência Artificial e a pecuária, com a presença de especialistas e elevado número de participantes nos colóquios.
Durante o evento, a organização teve oportunidade de apresentar preocupações do setor agrícola, nomeadamente no âmbito da pecuária e do olival. Um dos destaques foi a Estratégia Água que Une, defendida por Rui Garrido, presidente da ACOS, como «uma mais-valia para todo o país e, em especial, para o Alentejo». Rui Garrido apelou à futura governação para que «pegue neste plano, o melhore e o execute».
A feira contou com mais de mil expositores e diversas atividades dirigidas a jovens e famílias. O espaço ACOS + e Espaço Aprender + registaram elevada adesão de crianças e respetivos familiares. Este ano, foi ainda estreada uma Quinta Pedagógica no Campo da Feira.
Entre as novidades, destacou-se o Comboio do Cante, que trouxe à feira cerca de 50 cantadores, e o Pavilhão da Caça, que integrou pela primeira vez o certame.



















