Castelo de Campo Maior: “Foi a devolução de um património que esteve proibido”

Conforme noticiámos, foram inauguradas, este sábado, as obras do Projeto de Requalificação da Fortificação Abaluartada de Campo Maior.

Para além do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, João Muacho, estiveram presentes o secretário de Estado do Planeamento, Ricardo Pinheiro, a secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira, bem como a diretora Regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, entre outras entidades locais e regionais.

Em declarações aos jornalistas o presidente Câmara Municipal de Campo Maior, João Muacho, começou por referir que “este projeto que nos últimos 4 anos se tem desenvolvido, mas que teve o seu início em 2010, é um marco histórico para o concelho”.

O autarca destacou os “espaços que abriram ao público e que merecem ser visitados, nomeadamente o Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada e também os espaços interiores do castelo, onde temos a Sala do Silêncio, a Sala Medieval, a Sala das Fortificações, ou seja, um convite alargado para que Campo Maior passe a fazer parte da rota turística”.

João Muacho deixou claro que “a obra acabou e foi inaugurada no momento que tinha de ser”, acrescentando que “o que se passou aqui, foi a devolução de um património que durante muitos anos esteve proibido de ser frequentado pelos campomaiorenses e que a partir deste momento, é de todos os campomaiorenses por direito próprio”.