A Câmara Municipal de Redondo pretende criar uma Incubadora de Empresas de âmbito artesanal e pequena indústria na Zona Industrial.
A informação foi avançada pelo presidente da autarquia, David Galego, em declarações ao jornal ODigital.pt, destacando que “já foi entregue a candidatura” ao programa Alentejo 2030.
Quatro espaços vão apoiar artesãos e pequenos negócios
O autarca detalhou que se trata de um projeto com um valor estimado em cerca de 550 mil euros, sendo que a expectativa seja “obter um apoio comunitário de 370 mil” e “os outros cerca de 180 mil termos de encontrar outras soluções”.
Deste modo, a intenção passa por construir “quatro espaços, numa lógica de incubação para podermos ter novos artesãos”, com uma área de cerca de 150m2: “São quatro pequenos pavilhões, que permitirão a versatilidade que um negócio pequeno se instale”.
Espaços estes que irão servir aos artesãos para “poderem arrancar com os seus negócios com um espaço, onde não têm de fazer um investimento muito significativo”, sublinhou David Galego.
“Pode ser uma pequena olaria, com um forno, com a roda, com o espaço administrativo, mas também pode ser uma pequena carpintaria, ou outro negócio desta natureza”, explicou ainda o autarca.
Autarquia destaca valorização do património artesanal local
Assim, vincou, trata-se de uma forma do município “poder apoiar estas artes, não só da pintura, do mobiliário, da olaria e tantas outras, que existem aqui no nosso território” e uma maneira de “criar condições para que estas pessoas possam ter um espaço para poder trabalhar e terem o seu projeto empresarial”.
“É algo para iniciar e dar os primeiros passos e, depois, assim que começar a ter o seu caminho, poder avançar para outro espaço, com outra dimensão”, acrescentou o presidente, dizendo ainda que “o caminho está traçado e vai-nos levar a que consigamos salvaguardar aquilo que é um património tão nosso”.


















