Terça-feira, Fevereiro 7, 2023
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Câmara de Elvas dá parecer favorável à desagregação de duas freguesias rurais

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O executivo da Câmara de Elvas (Portalegre) deu ontem parecer favorável, e por unanimidade, à desagregação da União de Freguesias de Terrugem e Vila Boim, disse à agência Lusa o presidente do município, José Rondão Almeida.

“Todas as forças políticas estavam a remar para o mesmo lado, uma vez que não fazia sentido, neste momento, a Terrugem e Vila Boim estarem juntas, porque são aldeias que têm a sua identidade própria, a sua cultura instalada, uma delas até já teve o estatuto de sede de concelho, que é o caso de Vila Boim”, disse José Rondão de Almeida, eleito pelo Movimento Cívico Por Elvas (MCPE), salientando que o parecer teve também os votos favoráveis dos eleitos do PS e do PSD/CDS-PP.

O autarca explicou que o documento que propõe a desagregação da União de Freguesias de Terrugem e Vila Boim foi preparado pelos eleitos dessa união de freguesias, que é composta no seu executivo por dois eleitos do MCPE e um do PS.

“Quero felicitar o excelente trabalho que os jovens têm vindo a fazer na união de freguesias para terem preparado o dossier que irá ser, com certeza, também aprovado pela Assembleia Municipal e depois seguirá a tramitação normal para a Assembleia da República decidir”, indicou.

O presidente da Câmara de Elvas acrescentou ainda que o parecer já passou pela Assembleia Municipal, tendo os eleitos nesse órgão autárquico votado favoravelmente, e por “unanimidade”. Depois dessa aprovação, o documento foi enviado ao executivo camarário.

Agora, após a aprovação do parecer em reunião do executivo, o documentos será devolvido à Assembleia Municipal, que terá de “aprovar” o envio da proposta de desagregação para o parlamento.

“Esta desagregação vai pôr as coisas no seu lugar, como estavam há cerca de três a quatro anos atrás e que sempre funcionou bem”, disse.

O autarca criticou ainda o poder central por ter desenvolvido um modelo de união de freguesias que “não olhou ao mundo rural”, que é composto por “características muito próprias”.

“Uma grande parte destas freguesias já nem têm um posto da GNR, não têm rigorosamente nada, a não ser a porta de uma junta de freguesia para poderem debater e apresentar os seus problemas para que a junta possa acionar os seus mecanismos junto de outras entidades”, lamentou.

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