O turismo em Campo Maior “está numa fase crescente e com perspetivas de continuar com a mesma tendência no futuro”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Luis Rosinha.
O presidente da Câmara de Campo Maior falou a’ODigital.pt, esta semana, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre até domingo.
Segundo Luís Rosinha, “o turismo neste momento em Campo Maior está numa fase claramente crescente e as perspetivas para o futuro que continue com a mesma tendência crescente, porque apesar dos projetos já concretizados temos outros em execução, como o posto de turismo, que levará a um maior incremento de turistas no concelho”.
O autarca frisou que “atualmente um dos locais mais procurados no concelho é a capela dos ossos, que foi recentemente requalificada e está a despertar muito interesse, até porque é um espaço único”, acrescentando que “aquilo que se vai notando em Campo Maior e vamos vendo todos os dias, é o aumento do número de excursões que nos visitam, notamos a presença dos autocarros, ou seja, há um aumento do interesse em Campo Maior e que resulta certamente do trabalho que temos vindo a fazer “.
Já sobre o interesse de investimento privado no concelho, ao nível do turismo, Luís Rosinha disse-nos que “com a crise que atravessamos, nota-se um pequeno abrandamento no investimento privado um pouco por todo o lado, mas em Campo Maior temos notado que os investidores têm mostrado algum interesse, mas ainda assim cabe-nos a nós criar condições para que o concelho seja atrativo ao investimento, mas acho que vão surgir investimentos”.
Na Bolsa de Turismo de Lisboa, Campo Maior deu destaque às Festas do Povo, que agora são Património Mundial da UNESCO, tendo o autarca afirmado que “estas festas são para nós um grande orgulho e por isso vamos levavas onde for necessário para as promover e a classificação veio reforçar esse orgulho que temos”.
Sobre a realização das Festas do Povo, o edil referiu que “agora temos de ultrapassar aqui processos que neste momento ocupam a nossa agenda, que há uns meses atrás não ocupavam, mas acho que é tempo nos sentarmos à mesa e falarmos um bocadinho e percebermos todos como é que podemos dar o nosso contributo para que as festas sejam uma realidade o mais breve possível”.





































