No Crato “temos a sorte de ter uma história, monumentos e uma cultura”, disse-nos o presidente da Câmara do Crato, Joaquim Diogo.
Joaquim Diogo falava a’ODigital.pt durante a Bolsa de Turismo de Lisboa, que terminou este domingo.
Para o edil, “no Crato temos a sorte de ter uma história imensa, monumentos e uma cultura que muitos outros eventualmente gostariam de ter e depois, aquilo que nós cada vez mais lutamos é para que de facto possamos colocar essa oferta disponível a todos.”
Já sobre o investimento privado no Crato ao nível do turismo, Joaquim Diogo disse-nos que “o Crato neste momento vive um momento de enorme projeção a esse nível, têm entrado muitos projetos ou pelo menos a intenção de projetos no município. Julgo que vivemos aqui um momento que vai ser decisivo no próximo ano, que tem a ver com a Barragem do Pisão, e isso incrementou ali alguma especulação à volta do que é de facto esse investimento”, acrescentando que “temos projetos de hotéis, de turismos rurais dentro do Crato e, portanto, é um dos nossos objetivos e até ao fim do mandato subirmos substancialmente o número de camas para podermos dar o passo para outros eventos durante o ano.”
“Queremos que o Crato não seja só o Festival do Crato, queremos ter eventos marcantes no concelho, mas para isso precisamos da hotelaria e essa é uma necessidade identificada por nós e, portanto, com o trabalho que está a ser feito junto dessas unidades hoteleiras, junto desses investidores e posso adiantar-vos que na 3ª fase do Programa Revive temos dois imóveis identificados e que, esperamos, sejam lançados a concurso, estamos a trabalhar nisso afincadamente. São dois imóveis históricos, um com muita história dentro do Crato e outro um palacete em Gafete que espero que se concretize de facto”, concluiu.

















