O Celeiro da Cultura, em Borba, tem em exposição, desde este domingo até ao dia 11 de janeiro, o presépio animado de José Grego e Rosa Aparício.
Segundo Joaquim Santos, um dos responsáveis pela criação do presépio, a exposição conta com “cerca de três mil peças” no geral, contando com “cerca de cem peças animadas”,
Um trabalho feito com “muita calma, com muito amor e muita dedicação” e que levou cerca de duas semanas para montar: “Não é coisa que se faça de um dia para o outro”.
O responsável vincou que, mesmo sem peças novas, há “coisas mais trabalhadas, para o presépio sair diferente” do de 2024.
Já Helena Caldeira, vice-presidente da Câmara Municipal, destacou que o presépio “é de uma pessoa que tinha muito amor e que teve sempre muito amor para dar a toda a gente” e que apresenta “uma dignidade e uma beleza incrível”.
“Nós entrámos há pouco tempo, mas não poderíamos nunca dar continuidade a este presépio”, acrescentou, dizendo ainda que o executivo pretende “expandir” o trabalho “para vários pontos do país”.
“O nosso objetivo é fazer deste presépio um ícone da cidade e divulgá-lo o máximo possível nos vários cantos do país e além-fronteiras”, disse ainda, referindo que “conheço pouco ou nada como o legado do Zé Grego”.
Assim, a autarca destacou que “queremos que as pessoas visitem o presépio, vejam a dignidade com que ele está aqui presente e, ao mesmo tempo, visitem o concelho”.
De seguida, fique com a foto-reportagem da abertura da exposição.



















































































