O Pavilhão B do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz abriu as portas esta sexta-feira à segunda edição da Bienal Internacional do Alentejo (BIALE).
Com o tema “Arte, Ambiente e Ruralidade”, a feira conta com obras de 200 artistas de 15 países diferentes, em quatro espaços de exposição.
Carlos Godinho, presidente da ARTMOZ, entidade organizadora do evento, sublinhou que «o Alentejo está de parabéns» e que «conseguimos objetivar uma coisa que é ter uma marca Alentejo».
«A BIALE é um projeto para ter continuidade naturalmente», acrescentou, dizendo ainda que «o mais importante é o todo», mas destacou que «temos artistas de renome internacional, premiados nos quatro cantos do planeta».
«Os artistas são vitais, desde a jovem de 13 anos até ao mais conceituado artista, mas temos algo de especial que é conseguirmos ter uma bienal de exceção num território que é o Alentejo», vincou ainda.
O presidente da associação sublinhou que este é apenas um passo no «caminho» que o Alentejo terá de fazer para se estabelecer no mundo das artes, já que «tem muita cultura e tem um espaço suficiente para isso».
Já José Sádio, presidente do município, entidade parceira, destacou que «é mais um evento que que promovemos no nosso concelho, que está, de uma forma muito notória, virada não só para Estremoz, mas para o país e para o mundo».
O autarca frisou que foi um «salto tremendo em relação ao sucesso da primeira», não só pelas entidades envolvidas, mas também em «mais espaços para expor mais peças».
«Veio para ficar e potencia a região, com um olho na Capital Europeia da Cultura. Queremos marcar presença e afirmar que Estremoz tem muito para dar», adicionou.
O edil estremocense concluiu referindo que estará em “cima da mesa” levar a BIALE «a outros espaços do concelho e, porventura, também fora do país».
De seguida, fique as imagens da inauguração da Bienal Internacional do Alentejo.











































































































