O candidato do Chega à Câmara de Moura, distrito de Beja, Rui Rodrigues, defendeu hoje contas públicas e orçamentos “claros” no município, criticando os “50 anos de estagnação” do concelho por culpa do PCP e PS.
“A primeira coisa que eu acho essencial para Moura é a parte da transparência e o lema das autarquias sem corrupção, o que passa por orçamentos claros e contas públicas do conhecimento dos munícipes”, defendeu hoje o candidato, em declarações à agência Lusa.
Rui Rodrigues, cuja candidatura à Câmara de Moura pelo Chega foi anunciada a 15 de janeiro deste ano, num comunicado da distrital do partido em que foram divulgados os nomes de dois outros cabeças de lista a câmaras do distrito de Beja, afiançou que pretende “uma câmara diplomata, que partilha as decisões com os cidadãos”.
Este concelho alentejano, criticou, está “estagnado há 50 anos” fruto das sucessivas lideranças camarárias por parte da CDU (coligação liderada pelo PCP) e do PS.
Por isso, “precisa de algo novo”, de “uma nova roupagem” e de “uma nova maneira de encarar os problemas”, sugeriu.
“Temos de acabar com o medo e com a tirania da extrema-esquerda, respeitando todos independentemente dos seus ‘status’ sociais”, argumentou.
Rui Rodrigues, de 60 anos, é natural de Torres Vedras, no distrito de Lisboa, mas disse à Lusa ter escolhido “o Alentejo como casa”, onde está integrado no quadro do Agrupamento de Escolas de Moura como professor de Geografia e História do 3.º ciclo e do ensino secundário.
Atualmente, é também eleito na Assembleia Municipal de Moura pelo Chega.
Além do cabeça de lista do Chega, são candidatos à Câmara de Moura o atual presidente do município, Álvaro Azedo, pelo PS, o vereador sem pelouros André Linhas Roxas, pela CDU, e o chefe de finanças Rui Sousa, pelo PSD.
O atual executivo municipal é composto por três eleitos do PS, três da CDU e um independente.
As eleições autárquicas realizam-se no dia 12 deste mês.



















