Altice transforma antiga cabine telefónica em microbiblioteca na cidade de Évora

cabine telefónica
Foto: Arquivo

Num movimento de valorização da leitura como direito humano e condição do livre exercício da cidadania cultural, a Altice Portugal, através da Fundação Altice, inaugurou na passada segunda-feira mais uma cabine de leitura nascida a partir de uma antiga cabine telefónica, desta vez em Évora.

“Levar, doar, ler, devolver”: é este o mote que dá vida às já mais de 50 cabines de leitura espalhadas um pouco por todo o território nacional e dinamizadas pela Fundação Altice, a que segunda-feira se juntou esta nova cabine em Évora.

Através de parcerias com diversas entidades, a Fundação Altice assegura a adaptação destes ícones do mobiliário urbano das telecomunicações, onde o telefone público dá lugar aos livros, disponibilizando assim um espaço de difusão da leitura ao serviço das comunidades.

Para Ana Estelita, Diretora da Fundação Altice, “este projeto de reconversão de cabines telefónicas em pequenas bibliotecas enquadra-se num pilar estratégico da Fundação Altice, o da promoção do acesso de todos à educação e ao conhecimento. Cada vez mais a Fundação tem vindo a centrar as suas iniciativas em projetos inovadores e com capacidade de dotar as populações de ferramentas para que possam ter cada vez mais oportunidades. O que ambicionamos é alcançar impacto e possibilitar a transformação”.

A nova microbiblioteca de Évora está instalada numa antiga cabine telefónica requalificada e reconvertida para fins pedagógicos e culturais, tornando-se assim num ponto de interação e dinamização cultural com os leitores de Évora. Basta trazer um livro e levar outro, para que a leitura tenha uma dinâmica leve e informal.

A reconversão de cabines telefónicas antigas inspira-se num movimento iniciado na pequena aldeia de Westbury-sub-Mendip, no sudoeste de Inglaterra, onde os seus moradores procuraram transformar uma das cabines telefónicas classicamente encarnadas nas mais pequenas bibliotecas do mundo. Em Portugal, este projeto iniciou-se pela mão da Fundação Altice em 2013, contando hoje com mais de 50 cabines espalhadas de norte a sul e ilhas.