O número de insolvências no Alentejo aumentou drasticamente até setembro de 2024, com Portalegre a registar um crescimento de 977%, subindo de 13 para 140 insolvências em relação ao ano anterior.
Beja apresentou um aumento de 300%, enquanto Évora registou uma subida de 105%. A nível nacional, as insolvências cresceram 12% no mesmo período, atingindo 2.891 empresas, enquanto a constituição de novas empresas caiu 2%, com um total de 38.641 novas constituições até ao final do terceiro trimestre.
Os setores mais afetados pelas insolvências incluem Eletricidade, Gás e Água, com um aumento de 80%, e a Indústria Transformadora, com uma subida de 31%. Por outro lado, o setor da Agricultura, Caça e Pesca foi o único a registar uma redução nas insolvências, com uma queda de 2%.
A nível geográfico, além do Alentejo, outras regiões do país também sofreram aumentos significativos. Bragança registou uma subida de 775%, enquanto Santarém teve um crescimento de 219%. Lisboa e Porto continuam a ser os distritos com o maior número de insolvências em termos absolutos, apesar de terem registado decréscimos em comparação com o ano anterior.
A queda na constituição de novas empresas foi especialmente notável em Lisboa, com uma redução de 9%, e em Beja, com uma diminuição de 13%. No entanto, Évora destacou-se pelo aumento de 14% nas novas empresas, refletindo uma dinâmica empresarial positiva no distrito


















