Os preços dos borregos registaram aumentos em várias áreas de mercado do Alentejo na semana 9 de 2026, entre 23 de fevereiro e 1 de março, segundo o Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA). Já no setor dos caprinos, a cotação máxima do cabrito < 10 kg desceu em Estremoz.
De acordo com o relatório, as cotações médias de borregos entre 22 kg e 28 kg e de borregos com peso superior a 28 kg aumentaram, respetivamente, 0,090 €/kg vivo e 0,075 €/kg vivo face à semana anterior.
Subidas nas principais áreas de mercado do Alentejo
No Alentejo Litoral, a cotação mais frequente do borrego com peso superior a 28 kg aumentou 0,10 €/kg vivo.
Na área de mercado de Estremoz, as cotações mais frequentes dos borregos entre 13 kg e 21 kg e dos animais com mais de 28 kg subiram 0,20 €/kg vivo.
Em Évora, as cotações mais frequentes dos borregos entre 22 kg e 28 kg e dos borregos com mais de 28 kg registaram um aumento de 0,15 €/kg vivo.
No Continente, a cotação média semanal do borrego < 12 kg fixou-se nos 6,367 €/kg vivo na semana em análise.
Preços do borrego na União Europeia
No mercado europeu, o preço médio semanal do borrego pesado em Portugal manteve-se nos 995,00 €/100 kg carcaça na semana 8, sem variação face à semana anterior. A média da União Europeia situou-se nos 931,79 €/100 kg carcaça, o que representa um aumento de 1% em comparação com a semana anterior.
No caso do borrego leve, o preço médio semanal em Portugal foi de 1.196,40 €/100 kg carcaça, registando uma variação negativa de 0,50%.
Caprinos: descida do cabrito em Estremoz
No setor dos caprinos, o SIMA indica que, na região do Alentejo, a cotação máxima do cabrito < 10 kg na área de mercado de Estremoz diminuiu 0,50 €/kg vivo.
O relatório refere ainda que, noutras regiões, como a Beira Interior e a Beira Litoral, as cotações médias do cabrito < 10 kg não sofreram alterações na semana em análise.
Os dados constam da Newsletter Ovinos e Caprinos – Semana 09 (23-02-2026 a 01-03-2026), divulgada pelo Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, com base em informação do GPP/SIMA, CCDR regionais, INE e Comissão Europeia.

