Os dados relativos à semana de 3 a 9 de fevereiro de 2025 indicam uma tendência generalizada de aumento das cotações dos bovinos no Alentejo.
A evolução dos preços reflete um padrão observado a nível nacional, mas com especificidades regionais que justificam análise detalhada. Os dados apresentados são provenientes do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA).
Principais Tendências por Sub-Região
- Alentejo Litoral: As cotações máximas de novilhos e novilhas cruzados Charolês (12 a 24 meses) aumentaram 0,10 €/kg carcaça. O vitelo fêmea (6 a 8 meses) teve aumentos significativos, com a cotação mínima a subir 0,65 €/kg vivo e a mais frequente 0,45 €/kg vivo.
- Alentejo Norte: A cotação do vitelo fêmea (6 a 8 meses) registou um aumento de 0,55 €/kg vivo na cotação mínima, enquanto a cotação do vitelo macho subiu até 0,65 €/kg vivo. O vitelo fêmea (8 a 12 meses) teve um aumento de 100,00 €/unidade na cotação máxima.
- Beja: O vitelo fêmea (8 a 12 meses) teve um aumento expressivo de 125,00 €/unidade na cotação mínima. O vitelo macho (6 a 8 meses) apresentou um aumento de 0,70 €/kg vivo na cotação mínima, mas a cotação mais frequente registou uma descida de 118,00 €/unidade.
- Elvas: Novilhos e novilhas Charolês (12 a 24 meses) viram a sua cotação máxima subir 0,15 €/kg carcaça. No segmento de vitelos, o fêmea (6 a 8 meses) registou um aumento de 0,50 €/kg vivo na cotação mínima, enquanto o macho subiu 0,75 €/kg vivo na mesma categoria.
- Estremoz: O vitelo macho (6 a 8 meses) registou um aumento de 0,70 €/kg vivo na cotação mínima e 0,55 €/kg vivo na cotação mais frequente. O vitelo fêmea (8 a 12 meses) teve uma subida de 100,00 €/unidade na cotação mínima.
- Évora: A cotação máxima do vitelo fêmea (8 a 12 meses) caiu 118,00 €/unidade, contrastando com um aumento de 65,00 €/unidade na cotação mínima. O vitelo macho da mesma categoria viu a cotação mais frequente aumentar para 234,00 €/unidade.




















